Nossa, que saudade de sentar pra escrever aqui. É uma das coisas mais prazeirosas pra mim: sentar e escrever nos meus blogs. Não sou escritora mas gosto de falar sobre as coisas que observo. Por esses dias, tenho visitado alguns blogs interessantes.
Um artigo no blog SexoCult chamou a minha atenção. Sobre o lançamento de um produto erótico para lésbicas. Na verdade é um brinquedo com formato de dedos, e vibra.
As vezes alguns clientes comentam na loja alguma coisa do tipo “Nossa, inventam de tudo!” E eu brinco que falta inventar muita coisa ainda. Se os designers de produtos eróticos ficassem ali comigo no balcão ia ficar surpresos com as idéias que os clientes dão dos brinquedos que gostariam de encontrar. Eu to sempre de olho. Gostaria de atender todos.
Bolam coisas maluquésimas, mandam desenhos. Alguns a gente até consegue encontrar. Mas outros… Nossa, falta muito chão ainda para os designers entenderem que sexualidade é algo que não tem limites e que não dá pra pensar sexo como uma coisa muito linear. Tipo mulher-homem mulher-mulher homem-homem. Aff, há muto mais coisas entre uma vagina e um pênis do que pode supor a nossa vã filosofia… (ou entre duas vaginas, ou entre dois pênis, ou entre um pênis e um anus… enfim!)
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Também andei jogando um pouquinho de Sextris, no site da Olla. É ótimo enquanto você espera para conversar no telefone com empresas de telefonia ou administradoras de cartão de crédito. E forma uns quadros legais… Fiz 700 pontos na primeira jogada. É… rs, sou boa nisso!
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Em tempo, olha que legal ficou essa foto do Babuê para a proxima edição da festa Pinup. A menina é uma das DJ da festa. Xambs… Não conheço mas achei ela lindinha.
Terminei de ler “Memórias de uma gueixa”. Eu adorei.
Me envolvi tanto com a personagem que não queria mais que acabasse.
O autor pesquisou bastante então se aproxima muito do que realmente é a vida de uma gueixa.
Fiquei me perguntando sobre se elas ainda existem.
Lembrei lá da Liberdade, aquelas velhinhas japonesas com seus kimonos belissimos.
Assisti o filme logo em seguida. É até bom. Mas claro que o livro é melhor.
Há muitas reflexões importantes e detalhes sobre o comportamento e os rituais que se perdem no filme.
Mesmo assim vale a pena, porque tem cenas belissimas. E eu gostei de dar um rosto para Sayuri, Hatsumoto, Mameha e Abobora.
No embalo da proposta da cidade limpa de poluição visual, a gente já tá contribuindo. Tiramos aquele banner lá de cima porque tava muito feio. E de repente a gente se adiantou até pra não passar pelo carão de ganhar uma notificação da SEMAM. Eles ainda não chegaram na Beira Mar, mas vão chegar e a gente com certeza ia estar na listinha negra.
Esse projeto Cidade Limpa já está acontecendo em Sampa, não consigo imaginar o que seja São Paulo sem todo aquele colorido dos out-doors. Há um trecho na Marginal Pinheiro que eu adorava percorrer de carro, especialmente à noite. Quer dizer, eu sou muito urbana, né? Eu gosto do movimento, das cores, da psicodelia de Sampa.
Acho que um pouco esses banner e out-doors contam a história de uma cidade, marcam época. Me ocorreu agora uma cena do filme “Blade Runner” logo no comecinho quando mostra a cidade, aparece um banner imenso ocupando quase o edifício inteiro. Achei a cena no youtube. Aqui tem essa cena.
Bem, mas voltando aqui pra Via Libido. A gente tá mexendo lá. Estamos criando uma ambiente mais gostoso dentro da loja também. Um ambiente mais organizado, mais bonito. Tenho certeza que nossos clientes vão gostar.
Todo aquele pedaço que estamos está sendo reformado. Toda a fachada desde a esquina da Osvaldo Cruz até a casa de cópias encostada na gente. Então aquele entulho lá na porta não é da minha reforma, não. Mas pelo que entendi, eles estão mexendo em canos e tal. Vai precisar de um pouco de paciência. Acho que não tem jeito, não.
Mas então, passando essa fase, vai ficar tudo lindo, dentro e fora : )