Filme: O Leitor

Maio 26, 2009

Assisti hoje. Gostei muito. Os intelectuais de plantão me comeriam viva por tratá-lo especialmente como um filme sensual.  Mas  me perdoem:  são meus olhos!

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É sensual.  Há a mesma urgência de todas as paixões e há desejo.  Mas é um ritmo calmo, tranquilo, de pequenos cuidados, como se um movimento brusco pudesse romper um pacto qualquer.

Muito lindo.

http://www.youtube.com/watch?v=cvetFE0usmQ


Super oferta calcinha comestível!

Maio 17, 2009

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BDSM… Sem Mistério!

Maio 17, 2009

De todas as tramas da sensualidade, entre todos as possibilidades (e são infinitas) a que mais me encanta é a prática do BDSM.  Me encanta porque é rica em fetiches , cenários, histórias. É envolvente.

BDSM é um conjunto de práticas que se definem principalmente pela troca de poder erótico. As práticas envolvidas são:

B é Bondage
D é Disciplina e
SM é Sadomasoquismo.

Shibari

Bondage refere-se a relação na qual um dos parceiros está necessáriamente imobilizado com cordas, correntes ou algemas, etc., ficando portanto à mercê do outro. Há formas bem light de experimentar, outras formas bastante artísticas como o Shibari e outras que se referem realmente ao fetiche pelo cárcere. Outro tipo de jogo muito apreciado em Bondage é a privação de sentidos.

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Disciplina  diz respeito a todas as formas de treinamento que podem ocorrer numa relação de subordinação como punições, cumprimento de ordens,  etc

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Sadismo e  Masoquismo que talvez seja a parte mais intrigante e mal compreendida dos relacionamentos BDSM. Aquela em que um dos parceiros se submete ao outro a fim de receber estímulos relacionados a dor.

Um coisa importante é as pessoas entendam claramente a diferença entre práticas sadomasoquistas do popular e nefasto sadismo , por exemplo.

A diferença está nos três preceitos básicos que norteiam todas as relações BDSM e que são identificados pela sigla SSC:    são, seguro e consensual .  Toda a vivência BDSM está apoiada nesse tripé e na ausência de qualquer um desses preceitos, a relação deixa de ser considerada saudável e então está fora das fronteiras do BDSM.

Abaixo transcrevo alguns trechos do livro SEM MISTÉRIO

“É simples: nós escolhemos fazero que fazemos. Nós escolhemos as pessoas com quem desejamos compartilhar o que fazemos. Nós sabemos o que estamos fazendo. E o que fazemos é consensual. Ponto.” do livro “Bound to be Free” , de Charles Moser

O leitor já deve ter compreendido que uma relação BDSM não pressupôe jamais forçar alguém a se deixar torturar ou a torturar outra pessoa. O desenvolvimento, entre duas pessoas, de uma relação desse tipo, dá-se da mesma forma que em qualquer outra relação: é preciso que os parceiros se conheçam, tenham afinidades, confiem um no outro e sintam-se atraídos mutuamente, antes que a relação tenha início.

Quem são essas pessoas e porque elas se sentem atraídas pelo mundo BDSM? Essa é outra questão que exigiria mais um livro – e dos bem grossos… Como já dissemos antes, os integrantes dessa comunidade vêm das mais variadas camadas sociais e desenvolvem diferentes atividades.

Apenas para citar um exemplo, ainda que restrito à sociedade norte-americana, o Novo Relatõrio Kinsey sobre Sexualidade (1990) mostra que entre 5 e 10% da população americana pratica regularmente alguma forma de sadomasoquismo. Não há, portanto, um padrão de perfil que permita classificar estas pessoas. O que todas elas têm em comum é a relação fundamentada em BDSM. Fora disso, ou seja, em seu trabalho, e em seu dia-a-dia, desempenham atividades absolutamente normais.

Mas o que as teria levado a essa preferência? A resposta para esta pergunta, infelizmente, só poderia ser dada ouvindo-se cada uma dessas pessoas, e não é este o objetivo deste livro.

O que podemos dizer, com certeza, é que, na grande maioria dos casos elas têm mentes abertas às novas experiências, são muito pouco preconceituosas e, principalmente, prezam a liberdade acima de tudo: a delas mesmas e a dos outros. E não apenas em questões sexuais, mas de maneira bem mais ampla.Esse é, talvez, o princípio de tudo: aprender, desde cedo, a respeitar os outros – por mais paradoxal que possa parecer, já que estamos falando, aqui, de um tipo de relacionamento no qual a humilhação ou a dominação sobre o parceiro tem um papel fundamental. Mas, é importante lembrar trata-se sempre de uma fantasia sexual e não do comportamento usual, diário e, muito menos, profissional.

Há uma determinada maturidade na base de todas as relaçoes BDSM, salvo infelizes exceções. Se fossemos tentar “classificar” o caráter dos integrantes desse universo certamente optaríamos por fazê-lo utilizando esses conceitos básicos: maturidade e respeito, por si e pelos outros.

À parte isso, pode haver vários outros componentes individuais, que, infelizmentem não temos como abordar aqui.

AS REGRAS DE OURO

A comunidade BDSM preza muito a ética entre seus praticantes.Três conceitos – ou regras – primordiais formam a base dessa ética e de todas as relações entre seus membros: consensualidade, sanidade e segurança.

É sobre ese tripé que se firmam essas relações. Se qualquer um deles não existir, a relação torna-se, simplesmente, inaceitável. Todo e qualquer participante deve ter sempre essas regras em mente.

CONSENSO

Se existe um conceito sobre o qual todo relacionamento SM considerado saudável está baseado – tanto faz se uma só cena ou umrelacionamento 24/7 – este conceito é o consenso ou consenso informado. É o que ocorre quando as pessoas envolvidas trocam informações sobre si, sobre o que gostam, como gostam e de que forma esperam que a relação ou a cena venha a se desenrolar.

A consensualidade é essencialpara que jamais haja um mal-entendido entre as pessoas envolvidas. Trata-se de separar o que é aceitável do que é abuso e,também,de se respeitar os limites dos parceiros envolvidos.

Se duas pessoas se encontram para uma relação onde uma delas será amarrada, humilhada ou torturada,entre elas deve estar absolutamente claro que tal prática é o desejo de ambas.
Forçar, de qualquer maneira, uma delas a participar destejogo,é, repetimos,abuso.

E o abuso não precisa sequer ser algo explícito, à base de força física. Ele pode começar de uma forma sutil, inocente, como, por exemplo tentar convencer alguém de que “ele vai se sentir bem” sendo amarrado, humilhado ou torturado,quando se sabe que esse alguém jamais aceitaria fazê-lo por sua livre vontade. Pior ainda, querer chantagear o outro com aquele detestável “então você não me ama…”

Percebe-se, então, que é possível praticar o abuso de forma muito subjetiva,mas não menos reprovável. (…)

(…) Então, pode-se concluir que o problema do abuso se resolveria com o entendimento prévio entre os parceiros? Infelizmente, não,pois famaos aqui de questões mais complexas.

Na verdade, o entendimento prévio se estende por dois níveis: o primeiro é o que determina que a fantasia vai acontecer por livre vontade dos parceiro, sem que qualquer um deles se sinta minimamente obrigado, por qualquer motivo ou argumento, a tomar parte dela.

O segundo é mais complexo. É preciso explicar, de forma pormenorizada, o que se espera do parceiro,abrir o jogo quanto às preferências e saber desisitir da relação no momento em que se sentir que o outro não aceita ou não se sente à vontade para participar dela (mesmo que issoaconteçano meio da cena). Como já dissemos antes,m BDSM é umjogo de adultos, que deve ser jogado por adultos capazes de assumir responsabilidades de adultos. O prazer sempre tem que ser mútuo, não importando se alguns dominadores digam que só interessa o prazer deles,nunca o do submisso. Tal afirmação não deve ser aceita, porque abre espaço para que o abuso aconteça. As práticas BDSM visam à satisfação de desejos e fantasias de duas pessoas,não de uma só. Quem quiser defender apenas o prórpio prazer, que vá alugar um filme pornô e se divertir sózinho…

Sem Mistério – Uma abordagem (na) prática de Bondage, Dominação, Sadismo e Masoquismo.
Edgeh Cia do Desejo 2002


Festa Pin-up – Próximo sábado!

Maio 16, 2009

pinup

HEY HO

Sábado , 23/05
Rock Anos 50
R$ 10,00 normal
R$   8,oo  roupas e acessórios anos 50 ou pin-up

Sorteio de pernoite no motel Chalex
Sorteio de tatoo de pin-up
Eleição da mai bela pin-up

Torneio de twist


Fantasias estimulantes

Maio 13, 2009

Vou transcrever um trecho do livro Kama Sutra Gay , da Alícia Gallotti. Essa autora tem uma série de livros sobre Kama Sutra e em cada um deles aborda especialmente um determinado grupo ou uma prática. Tem o Sexo Oral, o Só para Mulheres, o Kama Sutra Lésbica, enfim, são vários títulos e todos eles são muito interessantes.

Como um convite a leitura, escolhi o trecho que fala das fantasias.

O mais agradável da imaginação é que ela não conhece limites nem convenções. No campo das fantasias tudo é natural, tudo vale, nada nem nionguém limita ou reprime. Por isso, o sexo na relidade alimenta-se, estimula-se e enriquece-se infinitamente com a imaginação.

As fantasias convidam a jogar , e revelá-las ao amante para recriá-las ou simplesmente para expressar o que se sente e deseja, sussurrar ao outro o que se imaginou a sós, faz do sexo uma presença quotidiana e uma das prioridades vitais.

Falar de erotismo é a chave para uma boa comunicação, porque permite dar-se a conhecer e entender-se, simplesmente manter a libido acesa ativa, ainda que não se realizem todas as fantasias.

Hoje quer partilhar o que imaginou, dizer ao amante ocomo sentiu prazer através da mente ao ser acariciado , beijado, e lambido; explicar-lhe de que modo a sua excitação cresciaquando lhe ia tirando a roupa peça por peça até ficar completamente nu à merce da sensualidade que invade o seu corpo”

(…)

“Liberdade é deixar de lutar contra as fantasias, eliminar a autocensura e o represeor que se tem dentro de si, sem pensar no que é ccrreto ou adequado. É então que a libido fica mais enriquecida e permite à mente e ao corpo desfrutar do sexo em qualquer lugar ou momento, e com quem se desejar.”


O nosso “Vando”…

Maio 12, 2009

São muitos produtos na loja e alguns se tornam tão íntimos nossos que a gente acaba encontrando apelidinhos carinhosos para falar neles.

É o caso do Fluttering Butterfly que a gente apelidou de Vando.

g_2536Dentro dele, na ponta, fica uma borboletinha que se acende quando está ligado. É brega que só! Parece aquele cambio de caminhão, sabe?  Mas é brega e muito gostoso. Porque tem 4 fases de vibração e em cada fase uma vibração diferente.

É sensacional.  Brega sim! Mas que delicia!!!

Não é mesmo um belo apelido?


Converse sobre sexo com sua mãe!

Maio 5, 2009

É uma das cenas mais bonitas que eu vejo dentro da loja. A filha que vai comprar um presente  pra mãe ou a leva para conhecer todas as opções.  Já é muito frequente. Pode parecer que não mas  acredite:  voce sabe muito mais do que ela sobre sexo. Eu tenho 47 anos e quando eu era menina era tudo muito diferente. Não existia a internet, por exemplo e muitos assuntos eram considerados tabus. Nunca uma mulher entraria destemida em um sex shop mesmo há 15 ou 20 anos atrás.

Eu ainda fico pasma de ver como sex shop hoje é um território absolutamente feminino.  Jamais pensei que eu veria essa revolução. Nossa, quando eu tinha lá meus 15 ou 16 anos meu irmãos falavam baixinho sobre esse assunto. E as lojas eram todas fechadas e discretíssimas se escondiam em vielas duvidosas.  Já falei pra vocês que o primeiro sex shop que eu entrei na vida foi mesmo a Via Libido? Pois foi! Precisei abrir um sex shop prá ter coragem de entrar nele.

Claro! A gente já sabia que existia um tal de orgasmo e até um tal de ponto G mas era tudo muito confuso. Não é de estranhar que muitas mulheres da minha idade não gostem de sexo.  A gente não entendia direito como é que isso tinha que funcionar. E não tinha ninguém pra explicar.

Hoje as pessoas tem aulas de educação sexual nas escolas. Imagine… Eu mal aprendi  como era que os nenens nasciam na escola Até na aula de biologia, os livros davam lá um jeito de ficarem  mais chatos ainda nesse capítulo.

Há bem pouco tempo atrás,  meninas de 23 ou 24 anos me ensinavam  coisas tão básicas sobre sexo que eu ficava me perguntando se éramos feitas da mesma matéria prima.

Pense nisso pra valer. Pode ser um presente inesquecível.

Dê de presente uma lingerie belíssima  pra ela se sentir de novo uma gata.  Ou um par de algemas pra ela se divertir com seu pai.  Ou até um vibradorzinho bem delicado pra ela começar se tocar e se descobrir.  Um livro bem bacana como  o Super Sexo ou o Massagem Sensual (Depois você pede emprestado, afinal mãe é mãe, né?! )

É sério:  chama a sua mãe pra uma conversa franca sobre sexo.
Seu pai vai ficar morto de feliz!!